Novos empreendimentos da Faixa 1 serão construídos em Teresina e Estrela, enquanto programa também amplia entregas em São Paulo, Paraná e Mato Grosso

Da Redação
O programa Minha Casa, Minha Vida iniciou cinco novos empreendimentos habitacionais voltados à Faixa 1, destinada às famílias de menor renda. As obras serão realizadas nos municípios de Teresina e Estrela, totalizando 1.376 unidades habitacionais e previsão de atendimento a cerca de 5,5 mil pessoas.
Os novos projetos serão financiados com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), uma das principais modalidades do programa federal de habitação popular.
Em Teresina, foram contratados quatro residenciais integrados ao complexo Jardins dos Pássaros. Cada condomínio contará com 144 unidades habitacionais, somando 576 moradias na capital piauiense. Os empreendimentos receberam os nomes de Graúna, Sabiá, Gaivota e Rouxinol.
Já em Estrela, no Rio Grande do Sul, será construído o Residencial Estrela I, com 800 moradias previstas.
Com os novos contratos, o Minha Casa, Minha Vida ultrapassou 188 mil unidades habitacionais com obras iniciadas em todo o país desde a retomada do programa. Desse total, mais de 115 mil moradias pertencem à modalidade financiada pelo FAR.
Além das novas obras, o governo federal também realizou entregas recentes de imóveis em outros estados. Ao todo, 778 moradias foram entregues neste mês em empreendimentos localizados nos municípios de Taubaté, Londrina e Cuiabá.
Em Cuiabá, 160 famílias receberam as chaves do empreendimento Altos da Geórgia I. Em Taubaté, foram entregues 298 unidades habitacionais dos residenciais Mirante das Flores I e II. Já em Londrina, outras 320 moradias foram disponibilizadas no Residencial Solar di Milano.
Os empreendimentos entregues nesses municípios foram viabilizados por meio de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), utilizado em projetos habitacionais voltados à redução do déficit habitacional e à ampliação do acesso à moradia.
A Faixa 1 do Minha Casa, Minha Vida atende famílias de baixa renda e concentra parte das políticas habitacionais voltadas à população em situação de maior vulnerabilidade social. A modalidade inclui subsídios maiores e condições facilitadas de acesso à casa própria.



