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Desemprego no Brasil cai para 6,1% e atinge menor nível da história para o trimestre, aponta IBGE

Dados da PNAD Contínua mostram queda na desocupação, aumento da renda média e recuo da informalidade no início de 2026

Da Redação

O Brasil registrou taxa de desocupação de 6,1% no trimestre encerrado em março, o menor índice já observado para o período desde o início da série histórica da PNAD Contínua, iniciada em 2012. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (30) pelo IBGE.

Na comparação com o mesmo trimestre de 2025, quando a taxa era de 7%, houve recuo de 0,9 ponto percentual. À época, o resultado já havia sido considerado o mais baixo da série para um primeiro trimestre, o que reforça a tendência de redução da desocupação no país.

Além da queda no desemprego, o levantamento aponta avanço nos rendimentos. A massa de rendimento real — que representa a soma dos ganhos de todos os trabalhadores — atingiu R$ 374,8 bilhões, o maior valor já registrado para o período. O montante ficou estável na comparação trimestral e cresceu 7,1% em relação ao mesmo período do ano passado.

O rendimento médio real habitual também bateu recorde, chegando a R$ 3.722. O valor representa alta de 1,6% frente ao trimestre anterior e de 5,5% na comparação anual, já descontados os efeitos da inflação.

Informalidade recua

Outro indicador relevante é a redução da informalidade. A taxa ficou em 37,3% da população ocupada, o equivalente a 38,1 milhões de trabalhadores. O índice é inferior ao registrado no trimestre anterior (37,6%) e também abaixo do observado no mesmo período de 2025 (38%).

Emprego formal cresce

O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado avançou 1,3% em relação ao ano anterior, com acréscimo de 504 mil pessoas, totalizando 39,2 milhões de empregos formais. Por outro lado, o contingente de trabalhadores sem carteira assinada caiu 2,1% no trimestre, chegando a 13,3 milhões.

Já o número de trabalhadores por conta própria permaneceu estável no trimestre, em cerca de 26 milhões, mas apresentou crescimento de 2,4% na comparação anual.

Setores em destaque

Entre os grupamentos de atividade, houve crescimento no número de ocupados nas áreas de informação, comunicação, atividades financeiras, imobiliárias e administrativas, com alta de 3,2% no ano. O setor de administração pública também registrou avanço, com aumento de 4,8% no contingente de trabalhadores.

Por outro lado, os serviços domésticos foram o único segmento a apresentar queda na comparação anual, com redução de 3,6% no número de ocupados.

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