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Brasil cria 228 mil empregos formais em março e supera 613 mil vagas no 1º trimestre de 2026

Dados do Novo Caged mostram avanço do emprego com carteira assinada, puxado por serviços e construção

Da Redação

O mercado de trabalho brasileiro registrou a criação de 228.208 empregos com carteira assinada em março de 2026, segundo dados do Novo Caged divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O resultado decorre de 2,52 milhões de admissões e 2,29 milhões de desligamentos no período.

Com o desempenho do mês, o país acumula 613.373 novas vagas formais no primeiro trimestre do ano. No recorte dos últimos 12 meses, entre abril de 2025 e março de 2026, foram gerados 1.211.455 empregos com carteira assinada.

O número total de vínculos formais ativos chegou a 49.082.634, o que representa crescimento de 2,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Na comparação com março de 2025, quando foram abertas 79.994 vagas, o resultado atual indica expansão mais intensa do emprego formal.

No recorte por unidades da Federação, 24 dos 27 estados apresentaram saldo positivo em março. Os maiores avanços foram registrados em São Paulo (+67.876), Minas Gerais (+38.845) e Rio de Janeiro (+23.914). Por outro lado, houve retração em Alagoas (-5.243), Mato Grosso (-1.716) e Sergipe (-338).

Em termos proporcionais, o maior crescimento foi observado no Acre, com alta de 0,92%, seguido por Roraima (0,88%) e Piauí (0,86%).

Entre os setores da economia, quatro dos cinco grandes grupos apresentaram saldo positivo. O setor de serviços liderou a geração de empregos, com 152.391 novas vagas, impulsionado principalmente por atividades administrativas, educação e saúde. Na sequência, aparecem a construção, com 38.316 postos, e a indústria, com 28.336 vagas.

O comércio também teve desempenho positivo, com 27.267 empregos criados, distribuídos entre os segmentos varejista e atacadista. A exceção foi a agropecuária, que registrou saldo negativo de 18.096 vagas, influenciado pela redução de atividades sazonais ligadas a culturas como soja, maçã e laranja.

O levantamento mostra ainda que houve maior inserção de mulheres no mercado de trabalho no período, com 132.477 vagas, enquanto os homens ocuparam 95.731 postos. Jovens de até 24 anos concentraram 72,6% do total de vagas geradas em março.

No recorte por escolaridade, trabalhadores com ensino médio completo lideraram as contratações, seguidos por pessoas com nível superior. Já na análise por raça, o saldo foi positivo entre pardos, brancos, pretos e amarelos.

Em relação aos rendimentos, o salário médio real de admissão foi de R$ 2.350,83 em março, o que representa queda de 0,7% em relação a fevereiro. Na comparação anual, houve alta de 1,8%.

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