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Saúde intensifica mobilização no Rio de Janeiro para controle da dengue, zika e chikungunya

O Ministério da Saúde reforçou, nesta segunda-feira (21), a mobilização no Rio de Janeiro para o controle do Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. Um encontro, conduzido pelo secretário adjunto de Vigilância em Saúde e Ambiente, Rivaldo Cunha, reuniu gestores e técnicos de vigilância epidemiológica e assistência à saúde com foco na implementação de medidas preventivas para reduzir casos graves e óbitos causados por essas arboviroses.

O Rio de Janeiro ocupa a 8ª posição nacional em casos prováveis de dengue, com 299.898 registros em 2024, dos quais 227 evoluíram para óbito. Dos casos prováveis, 55% correspondem a pessoas do sexo feminino, enquanto 45% são do sexo masculino.

O objetivo principal da reunião foi discutir o Plano de Ação para Redução da Dengue e Outras Arboviroses, lançado em setembro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pela ministra da Saúde, Nísia Trindade. O plano, elaborado com a participação de pesquisadores e profissionais de saúde, visa fortalecer ações em áreas vulneráveis.

Rivaldo Cunha enfatizou o compromisso do Ministério da Saúde em apoiar estados e municípios, para evitar que decretos de emergência sejam necessários. “Estamos comprometidos em oferecer todo o suporte necessário a estados e municípios para que não cheguem a uma situação de emergência”, afirmou o secretário adjunto.

Para 2025, o Governo Federal deve aplicar cerca de R$ 1,5 bilhão para aquisição de vacinas contra a dengue, insumos laboratoriais para testagem das arboviroses, insumos para controle vetorial, campanhas de comunicação, além de suporte aos municípios para custeio assistencial. Os insumos e custeios serão distribuídos aos estados conforme demanda.

Método Wolbachia

Um dos métodos inovadores discutidos na reunião foi o uso da bactéria Wolbachia. Esse método já foi aplicado em Niterói, resultando na redução de 69,4% dos casos de dengue, 56,3% dos casos de chikungunya e 37% de zika na localidade. O projeto, liderado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e financiado pelo ministério, introduz a bactéria em ovos de mosquitos Aedes aegypti. Quando esses mosquitos se reproduzem, seus filhotes herdam a Wolbachia que reduz a capacidade de transmissão das arboviroses. Esse método é autossustentável, uma vez que a população de mosquitos infectados se estabiliza naturalmente ao longo do tempo.

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