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Policial civil é afastado do cargo após prisão por suspeita de roubo de carga contrabandeada em Campo Grande

Decisão foi publicada no Diário Oficial e determina recolhimento de arma, documentos funcionais e suspensão de acessos

Por Karol Peralta

O policial civil Frederico Telles Damasio da Costa foi afastado compulsoriamente do cargo de investigador da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul após ser preso preventivamente por suspeita de envolvimento no roubo de uma carga contrabandeada, em Campo Grande. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (19).

De acordo com a portaria, o afastamento considera a prisão do investigador, ocorrida no dia 17 de dezembro de 2025, no âmbito de uma investigação que será alvo de ação disciplinar no órgão correcional da Polícia Civil.

A medida determina o recolhimento da arma de fogo, da carteira funcional e de todos os bens pertencentes ao patrimônio público que estavam sob responsabilidade do policial. Também foi ordenada a suspensão de senhas e logins de acesso a sistemas institucionais, como o SIGO e o INFOSEG, além da suspensão de férias, caso ainda não tenha sido efetivada.

Segundo o documento, o afastamento permanecerá válido enquanto durar a medida judicial, com efeito retroativo à data do cumprimento do mandado de prisão preventiva, ocorrido na quinta-feira (17).

A portaria é assinada pelo Delegado de Polícia Corregedor-Geral da Polícia Civil, Clever José Fante Esteves.

Prisão preventiva

Frederico Telles Damasio da Costa, de 49 anos, foi preso preventivamente em Campo Grande por suspeita de participação no roubo de carga contrabandeada. Conforme apurado, havia contra ele um mandado de prisão preventiva expedido na segunda-feira (15).

Após o cumprimento da ordem judicial, o policial foi encaminhado para a 3ª Delegacia de Polícia Civil, localizada no bairro Carandá Bosque, onde permanece custodiado.

Frederico ocupa o cargo de agente de Polícia Judiciária e, conforme dados do Portal da Transparência de Mato Grosso do Sul, possui remuneração mensal de R$ 8.557,39.

A reportagem acionou a Polícia Civil de Mato Grosso do Sul e aguarda um posicionamento oficial sobre o caso. O espaço segue aberto para futuras manifestações.

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