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Pai é flagrado sufocando bebê em MS e confessa ter cometido crime por pelo menos 10 vezes

Mãe flagrou marido sufocando bebê de 6 meses em Mato Grosso do Sul; homem confessou agressões iniciadas quando a criança tinha 3 meses

Por Karol Peralta

Um caso chocante de violência infantil veio à tona em Mato Grosso do Sul. Um homem foi flagrado pela esposa sufocando a filha de apenas 6 meses e confessou que vinha cometendo o crime há pelo menos três meses. Ele alegou que agia assim para que a bebê dormisse mais rápido.

De acordo com o depoimento da mãe na delegacia, os maus-tratos começaram quando a bebê tinha cerca de 3 meses de vida. A mulher relatou que, sempre que deixava a filha sob os cuidados do marido para fazê-la dormir, notava manchas no rosto da criança ao pegá-la de volta. Preocupada, chegou a procurar atendimento médico e realizar exames, sem saber a origem exata dos hematomas.

A situação chegou ao limite durante uma visita à casa dos pais do acusado, onde o casal estava hospedado com os dois filhos — um menino de 2 anos e a bebê. A mãe pediu ao marido que ficasse com a menina enquanto dava banho no outro filho. Ao retornar ao quarto, se deparou com o marido sufocando a bebê ao tampar-lhe a boca e o nariz.

A mulher reagiu rapidamente, pegou a filha nos braços e conseguiu reanimá-la. Em choque, questionou o marido sobre o ocorrido. O homem então confessou que já havia cometido o mesmo ato pelo menos 9 ou 10 vezes. O motivo alegado? Estava cansado e queria que a filha dormisse mais rapidamente.

O relato da mulher confirmou suas suspeitas anteriores, já que em outras ocasiões ela havia notado manchas semelhantes no rosto da filha e, inclusive, procurado atendimento médico em ao menos três dessas vezes.

O caso está sendo investigado pelas autoridades locais. O pai foi preso em flagrante e responderá pelos crimes de maus-tratos e tentativa de homicídio, podendo ainda ser enquadrado na Lei de Proteção Integral da Criança e do Adolescente. A menina passa bem, mas segue sob cuidados médicos para avaliação de possíveis sequelas.

A gravidade do caso chama atenção para a importância de denunciar qualquer sinal de agressão ou abuso contra crianças. A população pode contribuir com denúncias anônimas pelo Disque 100 ou junto ao Conselho Tutelar mais próximo.

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