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Mauro Cid retira tornozeleira eletrônica e começa a cumprir pena em regime aberto por participação em trama golpista

Ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro foi condenado a dois anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal e deverá cumprir regras rígidas de recolhimento domiciliar em Brasília

Por Karol Peralta

O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, compareceu nesta segunda-feira (3) ao Supremo Tribunal Federal (STF) para audiência de instrução e retirou a tornozeleira eletrônica, iniciando o cumprimento da pena de dois anos de prisão em regime aberto. Condenado no processo do Núcleo 1 da trama golpista, Cid terá que seguir uma série de restrições impostas pela Corte.


Durante a audiência, conduzida por um juiz auxiliar do ministro Alexandre de Moraes, o militar foi orientado sobre as condições da sentença. Por ter assinado acordo de delação premiada durante as investigações, Cid não será preso, mas deverá cumprir recolhimento domiciliar entre 20h e 6h e permanecer em casa durante todo o fim de semana.

Entre as restrições impostas, Mauro Cid está proibido de sair de Brasília, portar armas, usar redes sociais e manter contato com outros investigados na trama golpista.

Com o cumprimento do acordo, ele também passa a usufruir dos benefícios da delação, como escolta da Polícia Federal para garantir sua segurança e a de familiares, além do desbloqueio de seus bens.

A decisão do STF ocorreu após Moraes determinar o início da execução da pena. No julgamento de 11 de setembro, a Primeira Turma da Corte condenou Cid, Bolsonaro e outros cinco réus pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio público tombado.

O ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Alexandre Ramagem, também foi condenado, mas apenas pelos três primeiros crimes. Por ser deputado federal, Ramagem teve parte das acusações suspensas pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

Os recursos de Jair Bolsonaro e dos demais acusados serão julgados pela Primeira Turma do STF a partir do próximo dia 7 de novembro, podendo alterar ou manter as condenações já estabelecidas.

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