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Lula se reúne com Donald Trump na Malásia e pede suspensão de tarifas sobre exportações brasileiras

Durante o encontro “franco e construtivo” em Kuala Lumpur, líderes discutiram medidas para aliviar as barreiras comerciais impostas pelos Estados Unidos e reforçar o diálogo econômico entre os países.

Por Karol Peralta

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu neste domingo (26) em Kuala Lumpur, na Malásia, com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para discutir as tarifas impostas às exportações brasileiras. O encontro, classificado por Lula como “franco e construtivo”, buscou abrir caminho para a suspensão das medidas comerciais e fortalecer o diálogo econômico bilateral.

Durante a conversa, Lula afirmou que ambos os países têm interesse em “reconstruir pontes” e superar as divergências recentes na área comercial. “Tive uma ótima reunião com o presidente Trump na tarde deste domingo, na Malásia. Discutimos de forma franca e construtiva a agenda comercial e econômica bilateral. Acertamos que nossas equipes vão se reunir imediatamente para avançar na busca de soluções para as tarifas e as sanções contra as autoridades brasileiras”, declarou o presidente brasileiro em suas redes sociais.

De acordo com o governo brasileiro, as tarifas impostas pelos Estados Unidos carecem de base técnica e ignoram o superávit norte-americano na balança comercial com o Brasil. Dados do Itamaraty indicam que, em 2024, o comércio entre os dois países movimentou cerca de US$ 120 bilhões, com os EUA exportando mais ao Brasil do que importando.

No encontro, Lula reforçou o pedido de suspensão das tarifas e propôs a abertura de um período de negociações entre os ministérios de economia e comércio exterior das duas nações. O presidente brasileiro também destacou a importância de manter o diálogo aberto e permanente sobre cooperação tecnológica e investimentos sustentáveis.

A reunião faz parte da agenda internacional de Lula na Ásia, que inclui encontros com líderes de países emergentes e debates sobre relações comerciais globais. O governo brasileiro vê na aproximação com Washington uma oportunidade de equilibrar sua política externa e garantir melhores condições para as exportações de produtos agrícolas e industriais.

Para analistas, o encontro sinaliza uma tentativa de reduzir tensões diplomáticas e recompor o diálogo econômico entre os dois maiores parceiros comerciais do continente americano.

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