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Governo libera R$ 2,5 bi para ampliar SUS com novas unidades e especialistas em todo o Brasil

Com recursos do Novo PAC Seleções 2025, o programa Agora Tem Especialistas vai reforçar a saúde pública com 899 novas unidades, 322 médicos e incentivos inéditos para formação de profissionais

Por Karol Peralta

Os pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) vão contar com 899 novas unidades de atendimento e a chegada de 322 médicos especialistas para reforçar o sistema público em todo o Brasil. O anúncio foi feito pelo Ministério da Saúde na última sexta-feira (26), com a liberação de R$ 2,5 bilhões em investimentos destinados a obras em todos os estados.

As medidas fazem parte do programa Agora Tem Especialistas, que busca expandir a infraestrutura e reduzir o tempo de espera por consultas, exames e cirurgias na rede pública.

Novas unidades em todo o país

Os recursos fazem parte do Novo PAC Seleções 2025 e vão garantir:

  • 768 novas Unidades Básicas de Saúde (UBS), fortalecendo a Atenção Primária;
  • 100 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS);
  • 31 Policlínicas para atendimentos especializados.

Segundo o Ministério da Saúde, a ampliação da rede vai melhorar a estrutura de atendimento e reduzir a sobrecarga em hospitais.

Chegada de novos médicos

Além da expansão física, o programa prevê a chegada de 322 médicos especialistas a 156 municípios em todas as regiões do país. Do total, 65% (212 médicos) atuarão em cidades do interior, priorizando áreas historicamente desassistidas.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou a importância da medida:

“Essa é a primeira chamada desta iniciativa inédita do Agora Tem Especialistas. Pela primeira vez na história do SUS, estamos levando médicos especialistas para onde mais precisam, reduzindo o tempo de espera e ampliando o atendimento à população.”

Distribuição regional

O Nordeste receberá o maior reforço, com 188 médicos (58% do total). Em seguida estão o Sudeste (70), Norte (40), Centro-Oeste (17) e Sul (7).
Mais de 70% dos profissionais vão atuar em áreas classificadas como de alta ou muito alta vulnerabilidade, incluindo municípios da Amazônia Legal.

As especialidades com maior número de profissionais são ginecologia (98), anestesiologia (37), otorrinolaringologia (26), cirurgia geral (25) e áreas ligadas ao atendimento oncológico (66).

Formação e incentivos inéditos

Para garantir a continuidade do programa, o governo vai investir também em formação e capacitação. Estão previstas:

  • 4 mil bolsas de residência em áreas prioritárias para o SUS;
  • R$ 112 milhões em incentivos para residentes, tutores, preceptores e coordenadores;
  • Programas de mentoria com hospitais da Rede Ebserh e do Proadi-SUS;
  • Retomada da certificação de hospitais de ensino para ampliar a qualidade da formação médica.

Segundo Padilha, trata-se de um novo ciclo de provimento de especialistas no Brasil:

“Com esse reforço, vamos ampliar a capacidade da rede pública em hospitais e policlínicas, além de garantir excelência na formação de profissionais. O objetivo é atender melhor e mais rápido a população.”

Impacto nacional

Ao todo, os investimentos previstos até 2026 incluem também a aquisição de 121 aceleradores lineares, essenciais para tratamentos oncológicos, além da criação de novas vagas de residência em áreas críticas, como radioterapia e patologia.

Atualmente, o Brasil conta com 202 hospitais de ensino reconhecidos pelo Ministério da Saúde, mas o governo pretende ampliar esse número para fortalecer a formação médica.

Com os novos recursos e medidas, o governo federal pretende dar um salto na qualidade e no alcance do SUS, ampliando o acesso à saúde pública, sobretudo em regiões mais vulneráveis.

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