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Carnaval de Campo Grande terá reforço na segurança e investimento de R$ 2,6 milhões nas escolas de samba

Forças de segurança, prefeitura e governo do Estado alinham ações para atender mais de 100 mil foliões durante o Carnaval 2026 na Capital

Por Karol Peralta

Representantes da prefeitura, do Governo do Estado, forças de segurança e entidades carnavalescas detalharam, nesta quinta-feira (28), as medidas de segurança, estrutura e investimentos públicos para o Carnaval de Campo Grande 2026, que deve reunir mais de 100 mil foliões entre blocos de rua e desfiles das escolas de samba.

Durante entrevista coletiva realizada no auditório do Museu da Imagem e do Som (MIS), autoridades apresentaram o planejamento integrado para garantir um Carnaval marcado por organização, segurança e valorização cultural em Campo Grande.

O secretário de Estado de Turismo, Esporte e Cultura, Marcelo Miranda, informou que a Fundação de Cultura destinou cerca de R$ 2,6 milhões para a Liga das Escolas de Samba, um aumento superior a 100% em relação a anos anteriores. Segundo ele, o investimento tem retorno direto na economia local e no turismo.
“É um aporte significativo, que gera fomento econômico, fortalece a cultura e impulsiona a geração de renda”, afirmou.

O diretor-presidente da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, Eduardo Mendes, destacou que o Carnaval de Campo Grande deve ser entendido como um evento único, que integra blocos de rua e desfiles das escolas de samba. Para ele, a união fortalece a identidade da festa e amplia o fluxo turístico na Capital.

Já o diretor adjunto da Fundação de Cultura, Carlos Heitor dos Santos, ressaltou o trabalho técnico dos servidores envolvidos na organização do evento e a atuação conjunta entre Estado, município e forças de segurança para garantir um carnaval estruturado.

O presidente da Fundação de Cultura de Campo Grande, Valdir Gomes, afirmou que a realização da festa é resultado de um esforço coletivo entre Prefeitura e Governo do Estado. Segundo ele, a administração municipal atua com equipes da Saúde, Agetran, Guarda Civil Metropolitana, conselhos municipais e outros órgãos para assegurar atendimento e mobilidade durante os dias de folia.

Representando os blocos de rua, Thallyson Perez, presidente do Aglomerado de Blocos de Rua de Campo Grande (ABC), destacou que o carnaval é patrimônio imaterial do Estado e que a expectativa é atender mais de 100 mil foliões, com foco em inclusão social e diversidade cultural.

Karla Valeska, do coletivo de Blocos Independentes, chamou atenção para ações de conscientização contra o assédio, especialmente voltadas a mulheres e populações vulneráveis. Segundo ela, a iniciativa envolve diálogo com a Defensoria Pública, Ministério Público e órgãos públicos.

O presidente da Liga das Entidades Carnavalescas de Campo Grande (Lienca), Alan Catharinelli, confirmou que os desfiles das escolas de samba acontecem nos dias 16 e 17 de fevereiro, na Praça do Papa, além da Mostra de Fantasias Carnavalescas no Armazém Cultural.

A Defensoria Pública também atuará durante o Carnaval. A coordenadora do Núcleo Criminal, Francianny Cristiane da Silva Santos, explicou que haverá distribuição de material informativo com orientações sobre direitos e canais de denúncia em caso de violações.

Na área de segurança, o comandante do Policiamento Metropolitano, coronel Emerson de Almeida Vicente, informou que cerca de 180 policiais militares atuarão por noite nos eventos, com reforço do Batalhão de Choque, policiamento montado e controle rigoroso de acesso, incluindo a proibição de objetos cortantes.

Segundo ele, o planejamento inclui fechamento de vias, patrulhamento ostensivo e ações preventivas, com o objetivo de garantir um Carnaval seguro para foliões e famílias.

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