
Por Karol Peralta
A balança comercial brasileira fechou a 4ª semana de abril de 2025 com superávit de US$ 2,5 bilhões, conforme dados divulgados nesta segunda-feira (28) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).
No período, o país exportou US$ 7,2 bilhões e importou US$ 4,7 bilhões, movimentando uma corrente de comércio de US$ 11,9 bilhões.
📊 Balanço mensal e anual
No acumulado de abril até a 4ª semana, o superávit chega a US$ 7 bilhões, com exportações de US$ 26 bilhões e importações de US$ 19 bilhões. A corrente de comércio do mês atinge US$ 45 bilhões.
Já no acumulado de janeiro a abril de 2025, as exportações totalizam US$ 103,3 bilhões, enquanto as importações somam US$ 86,3 bilhões, resultando em um saldo positivo de US$ 17 bilhões e corrente de comércio de US$ 190 bilhões.
📈 Comparativo com 2024
As exportações cresceram 11% em relação à média diária de abril de 2024, passando de US$ 1,379 bilhão para US$ 1,530 bilhão em abril de 2025. As importações também aumentaram, com crescimento de 12,1%, saindo de uma média de US$ 995,29 milhões para US$ 1,115 bilhão.
🚜 Desempenho por setor
Exportações (abril 2025 x abril 2024):
- Agropecuária: crescimento de US$ 39,15 milhões (+10,7%)
- Indústria de Transformação: aumento de US$ 110,67 milhões (+16,6%)
- Indústria Extrativa: queda de US$ 2,38 milhões (-0,7%)
Importações (abril 2025 x abril 2024):
- Agropecuária: alta de US$ 3,62 milhões (+14,5%)
- Indústria de Transformação: acréscimo de US$ 130,58 milhões (+14,7%)
- Indústria Extrativa: redução de US$ 14,25 milhões (-19,5%)
🏛️ Dados oficiais
Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), que acompanha semanalmente os fluxos de comércio exterior do país, oferecendo uma visão estratégica do desempenho econômico do Brasil no cenário internacional.
📌 Panorama
Os números reforçam o papel estratégico das exportações agropecuárias e industriais na geração de divisas e manutenção de um superávit robusto, mesmo diante das oscilações nos preços internacionais e no câmbio.
A continuidade desse desempenho pode impactar positivamente indicadores como o Produto Interno Bruto (PIB) e o nível de reservas internacionais, contribuindo para a estabilidade macroeconômica brasileira.



