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Brasil faz história no Mundial de Taekwondo com quatro medalhas e vice-campeonato de Edival “Netinho” Pontes

Com duas pratas e dois ouros, taekwondo brasileiro tem melhor desempenho da história em Mundiais; vice de Netinho consolida país entre as maiores potências do esporte

Por Karol Peralta

O brasileiro Edival Pontes, conhecido como Netinho, conquistou nesta quinta-feira (30) o vice-campeonato mundial de taekwondo, em Wuxi, na China, e garantiu ao Brasil o melhor desempenho de sua história na competição. Beneficiário do Programa Bolsa Atleta, o paraibano venceu cinco adversários até a final da categoria até 74kg, sendo superado apenas por Najmiddin Kosimkhojiev, do Uzbequistão.

O taekwondo brasileiro vive um momento histórico. A prata conquistada por Edival “Netinho” Pontes coroou uma campanha inédita no Campeonato Mundial de Taekwondo 2025, realizado em Wuxi, na China. Com duas medalhas de ouro e duas de prata, o país encerrou o torneio entre os três primeiros do quadro geral, atrás apenas de Turquia e Coreia do Sul, alcançando seu melhor resultado da história na competição.

A trajetória de Netinho até o pódio foi marcada por garra e regularidade. O brasileiro, de 28 anos, superou representantes das Ilhas Cook, Jordânia, Croácia, China e Irã, até a final da categoria até 74kg. O vice-campeonato confirma a boa fase do taekwondo nacional e o impacto positivo das políticas públicas de incentivo ao esporte, especialmente o Programa Bolsa Atleta, do Ministério do Esporte.

O Brasil teve uma campanha excepcional e fazer parte disso é incrível para mim”, declarou Netinho, que também foi vice-campeão mundial em 2022.

Bolsa Atleta e excelência esportiva

A secretária nacional de Excelência Esportiva, Iziane Marques, destacou a importância do Bolsa Atleta no desempenho da delegação brasileira.

“O resultado de Netinho é motivo de orgulho para o esporte brasileiro e reforça a importância do Bolsa Atleta como política pública essencial para garantir que nossos talentos possam se dedicar integralmente ao alto rendimento”, afirmou.

Ela ressaltou que o programa é um dos pilares da excelência esportiva nacional, permitindo que atletas transformem talento em resultado e sonho em conquista.

Ouro e superação

Além de Netinho, outros beneficiários do programa brilharam em Wuxi. Henrique Marques conquistou o ouro na categoria até 80kg, tornando-se o primeiro campeão mundial masculino da história do Brasil. O atleta superou uma arritmia cardíaca diagnosticada em 2023 e voltou ao tatame após uma cirurgia. “É um sonho que virou realidade. Passei por muita coisa até chegar aqui, mas nunca deixei de acreditar”, declarou após vencer o chinês Xiang Qizhang.

Na categoria até 57kg, Maria Clara Pacheco, também integrante do Bolsa Atleta, encerrou um jejum de 20 anos sem títulos mundiais para o país. A jovem de 22 anos derrotou a sul-coreana Yu-Jin Kim e entrou para a história como a primeira brasileira campeã mundial desde Natália Falavigna, em 2005.

O ministro do Esporte, André Fufuca, comemorou os resultados.

“A vitória da Maria Clara é também a vitória do Brasil, da política pública que acredita no esporte e investe no sonho dos nossos atletas. O Bolsa Atleta foi fundamental nesse caminho de superação e excelência”, afirmou.

A campanha histórica foi completada por Milena Titoneli, que conquistou a prata na categoria até 67kg, seu melhor resultado em Mundiais. A atleta de 27 anos, já bicampeã de bronze, superou adversárias de alto nível e perdeu a final para a húngara Luana Marton.

Com os resultados de Maria Clara, Henrique, Milena e Netinho, o Brasil superou todas as campanhas anteriores, incluindo a de Madri 2005, e se consolida entre as principais potências do taekwondo mundial.

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