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Filhote de onça-pintada nasce no Pará e reforça estratégia de conservação da espécie

Xingu, nascido em BioParque na Serra dos Carajás, simboliza esforço de preservação da fauna brasileira


Da Redação

Um filhote de onça-pintada nascido no fim de 2025 passou a integrar o grupo de animais mantidos no BioParque Vale Amazônia, localizado na Serra dos Carajás, em Parauapebas (PA). Batizado de Xingu, o animal é resultado de reprodução em cativeiro e integra uma estratégia de conservação da espécie, considerada símbolo da fauna brasileira.

O nascimento ocorreu em 27 de dezembro. Macho, o filhote recebeu o nome por meio de votação popular, em referência ao rio Xingu, um dos principais afluentes do Amazonas.

Reprodução em cativeiro integra política de preservação

Xingu é filho de Marília e Zezé, onças que vivem sob cuidados humanos após serem resgatadas de situações que impediram a reintrodução na natureza.

A reprodução de onças-pintadas em ambientes controlados é considerada uma estratégia importante para preservar a espécie, que enfrenta ameaças como perda de habitat e caça ilegal.

Nos últimos 12 anos, o BioParque já registrou sete nascimentos da espécie, reforçando sua atuação em programas de conservação.

Filhote ainda não está disponível para visitação

Apesar da repercussão nas redes sociais, Xingu ainda não pode ser visto pelo público. Com cerca de três meses de vida, o animal permanece na área de manejo, sob cuidados da mãe.

A expectativa é que ele passe a integrar o espaço de visitação quando atingir entre cinco e seis meses de idade, fase em que começa a se adaptar ao ambiente externo.

Espaço abriga animais resgatados e não aptos à vida livre

O BioParque Vale Amazônia está inserido na Floresta Nacional de Carajás e abriga animais oriundos, em sua maioria, de resgates realizados por órgãos ambientais.

Por terem sido mantidos em cativeiro ou vítimas de maus-tratos, muitos desses animais não possuem condições de retornar à natureza, permanecendo sob cuidados especializados.

Atualmente, o parque reúne cerca de 360 animais de aproximadamente 70 espécies diferentes.

Conservação vai além da fauna

Além da preservação de espécies, o espaço também atua na educação ambiental e na recuperação de animais resgatados.

Entre os casos acompanhados está o de uma macaca-aranha que passou por reabilitação após anos em cativeiro irregular, evidenciando o papel do local na recuperação comportamental de animais.

Com mais de 40 anos de funcionamento, o BioParque também recebe visitantes interessados em conhecer a biodiversidade amazônica. A entrada é gratuita e o espaço funciona de terça a domingo.

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