Iniciativa premia comunicadores que atuam na defesa do meio ambiente, povos indígenas e comunidades tradicionais

Da Redação
O Concurso Dom Phillips e Bruno Pereira de Jornalismo e Comunicação vai destinar R$ 300 mil para premiar iniciativas voltadas à defesa do meio ambiente, dos povos indígenas e das comunidades tradicionais.
A premiação contempla 30 finalistas, distribuídos em seis categorias. Em cada uma delas, os três primeiros colocados receberão incentivos financeiros, enquanto os cinco melhores projetos também serão reconhecidos com homenagem institucional.
Os vencedores de cada categoria receberão R$ 30 mil. Já os segundos e terceiros colocados terão premiações de R$ 15 mil e R$ 5 mil, respectivamente.
Premiação inclui apoio para participação em cerimônia
Além dos valores em dinheiro, os finalistas — do primeiro ao quinto lugar em cada categoria — terão despesas com passagens aéreas, hospedagem e alimentação custeadas pela organização para participação na cerimônia oficial do concurso.
O evento está previsto para ocorrer em 12 de junho de 2026 e marca uma homenagem aos legados de Dom Phillips e Bruno Pereira, cujas trajetórias estão diretamente ligadas à defesa socioambiental na Amazônia.
Critérios priorizam impacto social e rigor jornalístico
A seleção dos vencedores será baseada em critérios como relevância social, qualidade técnica, originalidade e rigor ético. A proposta é valorizar trabalhos que contribuam para a produção de informação qualificada e para a proteção de territórios e comunidades.
Mais do que uma premiação pontual, o concurso estabelece um compromisso de continuidade com as causas defendidas pelos homenageados. Os participantes selecionados deverão manter ações voltadas à preservação da memória de Dom Phillips e Bruno Pereira, além de fortalecer o jornalismo de interesse público e a comunicação socioambiental.
Incentivo à rede de comunicadores
A iniciativa também busca estimular a formação de uma rede permanente de comunicadores engajados com a integridade da informação e a defesa dos territórios amazônicos.
Ao reunir profissionais e projetos de diferentes regiões, o concurso se posiciona como um espaço de reconhecimento e incentivo a práticas jornalísticas alinhadas a pautas socioambientais — tema que ganha cada vez mais relevância no cenário nacional e internacional.





