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SUS passa a oferecer reconstrução dentária gratuita para mulheres vítimas de violência

Programa do Ministério da Saúde prevê próteses, implantes e restaurações para mulheres agredidas; medida integra plano nacional de enfrentamento ao feminicídio

Da Redação

Mulheres vítimas de violência passarão a ter acesso à reconstrução dentária gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O anúncio foi feito nesta quinta-feira (5) pelo Ministério da Saúde, que informou que o atendimento incluirá tratamento odontológico integral, com oferta de próteses, implantes, restaurações e outros procedimentos necessários para a recuperação bucal das vítimas.

A iniciativa integra o plano nacional de enfrentamento ao feminicídio anunciado pelo governo federal nesta semana. A proposta busca ampliar o acesso a serviços de saúde para mulheres que sofreram agressões físicas, especialmente aquelas que resultam em danos à região bucal e facial.

De acordo com o ministério, o programa contará com reforço tecnológico nas unidades de atendimento odontológico. Serão disponibilizadas cerca de 500 impressoras 3D e scanners, equipamentos que permitirão produzir próteses e outros dispositivos com maior rapidez e precisão.

Esses equipamentos devem funcionar em unidades odontológicas móveis distribuídas em diversas regiões do país. Em 2025, o governo federal já havia entregue 400 novos veículos para atendimento itinerante. A previsão é que outras 800 unidades entrem em circulação até o fim deste ano, ampliando a cobertura do serviço.

Durante o anúncio, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que o enfrentamento à violência contra mulheres exige participação de toda a sociedade, incluindo maior envolvimento masculino no combate ao problema.

Segundo ele, as políticas públicas precisam avançar para garantir não apenas proteção, mas também assistência integral às vítimas.

Ainda nesta quinta-feira, o Ministério da Saúde informou que solicitou à Organização Mundial da Saúde (OMS) a inclusão da categoria feminicídio na Classificação Internacional de Doenças (CID-11). Atualmente, mortes de mulheres decorrentes de violência de gênero costumam ser registradas de forma genérica como agressão.

A proposta tem como objetivo ampliar a visibilidade estatística do problema e melhorar o monitoramento de casos, contribuindo para o desenvolvimento de políticas públicas voltadas à prevenção e ao enfrentamento da violência de gênero.

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