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Carnaval 2026: Ministério da Saúde distribui 136 milhões de preservativos e reforça prevenção ao HIV e ISTs

Campanha estrelada por Gaby Amarantos incentiva prevenção combinada, uso de preservativos no SUS e alerta para queda no uso entre jovens

Da Redação

Com a chegada do Carnaval 2026, o Ministério da Saúde intensificou a campanha nacional de prevenção às infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e ao HIV, com a distribuição de 136 milhões de preservativos aos estados. A ação reforça o uso de camisinha antes, durante e depois da folia, além de ampliar a oferta de métodos como PrEP, PEP, vacinação e testagem rápida no Sistema Único de Saúde (SUS).


Novos preservativos chegam ao SUS no primeiro carnaval com modelos TEX e SENSI

Este é o primeiro Carnaval com as novas versões de camisinha incorporadas ao SUS em 2025: a texturizada (TEX) e a ultrafina (SENSI). Do total distribuído para reforçar os estoques no período, cerca de 132 milhões são preservativos externos — incluindo os novos modelos — e 3,8 milhões são preservativos internos de látex ou nitrílica.

A estratégia busca aumentar a adesão ao uso de preservativos, considerado método eficaz na prevenção contra HIV, hepatites virais, sífilis e outras ISTs, além de evitar gestações não planejadas.

Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a ampliação da oferta responde a um dado preocupante: 60% da população afirma não usar preservativo nas relações sexuais.


Uso de preservativos apresenta queda, aponta pesquisa

Dados da última Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), realizada pelo IBGE em 2019, mostram que apenas 22,8% dos entrevistados com 18 anos ou mais afirmaram usar preservativo em todas as relações sexuais nos 12 meses anteriores à pesquisa. Outros 17,1% disseram usar às vezes, enquanto 59% declararam não utilizar.

A tendência de queda no uso de camisinha também foi apontada em relatório recente da Organização Mundial da Saúde (OMS), especialmente entre jovens em países europeus.


Prevenção combinada: antes, durante e depois da folia

A campanha reforça o conceito de prevenção combinada, estruturada em três momentos:

Antes do Carnaval:

  • Uso da Profilaxia Pré-Exposição (PrEP);
  • Vacinação contra hepatite A, hepatite B e HPV;
  • Testagem para HIV, sífilis e hepatites B e C.

Durante a folia:

  • Uso de preservativos externos (SENSI e TEX);
  • Preservativos internos;
  • Gel lubrificante.

Depois do Carnaval:

  • Uso da Profilaxia Pós-Exposição (PEP), em até 72 horas após situação de risco;
  • Realização de autoteste de HIV.

As Unidades Básicas de Saúde estão abastecidas com preservativos, testes rápidos, vacinas e profilaxias.


Queda nas mortes por aids e eliminação da transmissão vertical

O boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde em dezembro de 2025 apontou queda de 13% nos óbitos por aids entre 2023 e 2024, totalizando 9,1 mil mortes no último ano — primeira vez em três décadas que o número ficou abaixo de dez mil.

O país também atingiu a eliminação da transmissão vertical do HIV como problema de saúde pública, mantendo taxa inferior a 2% e incidência abaixo de 0,5 caso por mil nascidos vivos. Os resultados seguem critérios estabelecidos pela OMS.


Dicas para um Carnaval seguro

Além da prevenção às ISTs, o Ministério da Saúde recomenda:

  • Beber água para manter a hidratação;
  • Usar protetor solar;
  • Vacinar-se contra febre amarela em caso de viagem para áreas de mata;
  • Procurar uma Unidade de Saúde se houver necessidade.

A campanha “Carnaval com prevenção. Antes, durante e depois da folia, é o Governo do Brasil do seu lado” busca ampliar o acesso à informação e reforçar que a prevenção deve ocorrer o ano inteiro.

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