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Casos de síndrome respiratória grave mostram queda no início de 2026, aponta Fiocruz

Boletim InfoGripe indica redução nacional da SRAG, mas mortes seguem concentradas em crianças e idosos

Por Karol Peralta

O primeiro boletim InfoGripe de 2026, divulgado nesta quinta-feira (8) pela Fundação Oswaldo Cruz, aponta queda nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em nível nacional, tanto nas tendências de curto quanto de longo prazo. Segundo o levantamento, a maioria dos estados e capitais brasileiras não apresenta incidência em nível de alerta, risco ou alto risco, após um ano marcado por 13.678 mortes relacionadas à síndrome.

Crianças e idosos seguem como os mais afetados

Apesar da redução geral, o boletim destaca que, nas últimas oito semanas, o padrão da SRAG manteve maior impacto nos extremos das faixas etárias. A incidência permanece mais elevada entre crianças pequenas, enquanto a mortalidade segue concentrada principalmente entre idosos, reforçando a vulnerabilidade desses grupos.

Vírus respiratórios em circulação

Entre os vírus com circulação relevante no país, os casos de SRAG têm sido impulsionados sobretudo pelo rinovírus e pelo metapneumovírus, com maior impacto entre crianças. A Fiocruz alerta que, por se tratar de uma análise das quatro últimas semanas epidemiológicas, os dados de incidência e mortalidade podem sofrer alterações à medida que novas notificações forem incorporadas ao sistema.

Perfil das mortes por SRAG em 2025

Ao longo de 2025, foram registrados 13.678 óbitos por SRAG no Brasil. Desse total, 50,4% tiveram confirmação laboratorial para algum vírus respiratório, enquanto 40,4% apresentaram resultado negativo e 1,6% ainda aguardavam conclusão de exames.

Entre os casos positivos, a distribuição por agente infeccioso mostra que a influenza A respondeu por 47,8% das mortes, seguida pelo Sars-CoV-2 (Covid-19), com 24,7%, rinovírus (14,9%), vírus sincicial respiratório (10,8%) e influenza B (1,8%).

Período analisado

O boletim considera dados da Semana Epidemiológica 53, correspondente ao período de 28 de dezembro de 2025 a 3 de janeiro de 2026, e integra o monitoramento contínuo das doenças respiratórias no país, utilizado como base para ações de vigilância e prevenção.

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