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Marco Rubio acusa Maduro de chefiar organização narcoterrorista após ataque dos EUA

Secretário de Estado dos Estados Unidos afirma que líder venezuelano comanda o Cartel de los Soles; governo da Venezuela reage e fala em agressão

Por Karol Peralta

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, acusou neste sábado (3) o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, de chefiar uma organização narcoterrorista que teria tomado o controle do país. A declaração foi feita por meio das redes sociais, sem apresentação pública de provas, e ocorreu após o presidente norte-americano Donald Trump confirmar um ataque dos Estados Unidos contra a Venezuela.

Em publicação no X (antigo Twitter), Rubio afirmou que Maduro não seria o presidente legítimo do país e classificou seu governo como um regime envolvido diretamente com o tráfico internacional de drogas, com destino aos Estados Unidos.


Acusação de narcoterrorismo

Na mensagem, Marco Rubio declarou que Maduro seria o líder do chamado Cartel de los Soles, grupo frequentemente citado por autoridades norte-americanas em investigações relacionadas ao narcotráfico na América Latina. Segundo o secretário de Estado, a organização teria transformado a Venezuela em uma plataforma para o envio de drogas ao mercado internacional.

A publicação reforça a retórica adotada por Washington nos últimos anos, que questiona a legitimidade do governo venezuelano e associa integrantes do alto escalão político do país a crimes transnacionais. Até o momento, nenhuma prova foi apresentada publicamente para sustentar as acusações feitas por Rubio.


Trump fala em captura de Maduro

Mais cedo, o presidente Donald Trump afirmou, também nas redes sociais, que os Estados Unidos realizaram um ataque em larga escala contra a Venezuela. Segundo ele, a operação teria resultado na captura de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, que teriam sido retirados do país.

De acordo com a publicação, a ação foi conduzida por forças americanas e teria alcançado seus objetivos estratégicos. O governo dos Estados Unidos, no entanto, não divulgou detalhes oficiais adicionais sobre a operação nem confirmou publicamente o local para onde Maduro teria sido levado.


Reação do governo venezuelano

A resposta oficial da Venezuela veio por meio do ministro da Defesa, Vladimir Padrino, que rejeitou qualquer presença de tropas estrangeiras em território venezuelano. Ele classificou a ação como “vil e covarde” e pediu apoio da comunidade internacional diante do que chamou de agressão externa.

Padrino também citou bombardeios atribuídos aos Estados Unidos contra embarcações em águas do Caribe nos últimos meses, apontando para uma escalada de tensão militar na região.


Escalada de tensão regional

As declarações de autoridades norte-americanas e a reação do governo venezuelano ampliam o clima de instabilidade política e diplomática na América Latina. Especialistas avaliam que a acusação direta de narcoterrorismo e a confirmação de uma ação militar elevam o risco de desdobramentos internacionais, com possíveis impactos na segurança regional e nas relações entre governos aliados e opositores de Caracas.

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