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Polícia Civil prende suspeito de sequestrar e agredir universitário durante sequestro-relâmpago em Dourados

Jovem de 19 anos foi detido pelo SIG nesta terça-feira (9); estudante ficou cerca de oito horas em poder dos criminosos, foi agredido e trancado no porta-malas.

Por Karol Peralta

A Polícia Civil de Dourados prendeu nesta terça-feira (9) um dos suspeitos de participar de um sequestro-relâmpago seguido de roubo contra um universitário de 22 anos, ocorrido em setembro. O detido, Ives Morales Dávila, de 19 anos, foi identificado como um dos dois homens envolvidos no ataque, segundo o Setor de Investigações Gerais (SIG).

Crime durou cerca de oito horas

O crime aconteceu no dia 29 de setembro de 2025, quando o estudante retornava da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) para casa. Ele foi abordado por dois criminosos em uma motocicleta, que fingiram estar armados e o obrigaram a parar o carro, um HB20. Assim que entraram no veículo, iniciaram agressões com socos, causando sangramento intenso na vítima.

A dupla manteve o jovem em poder por aproximadamente oito horas, sempre sob ameaças. Em um dos momentos, o estudante chegou a ser trancado no porta-malas por cerca de duas horas, enquanto os sequestradores circulavam pela cidade e por áreas rurais de Dourados.

Tentativa de transferência falhou

Durante o cativeiro, os criminosos obrigaram o universitário a tentar realizar uma transferência bancária pelo aplicativo do banco. A tentativa, porém, não foi concluída devido a uma falha no sistema.

Mesmo sem conseguir o dinheiro, os criminosos seguiram com o plano de extorsão, levando o estudante para uma área rural, onde pretendiam deixá-lo isolado até obter acesso à conta bancária.

Abandono da vítima

O delegado Dermeval Neto explicou que o plano foi interrompido por um imprevisto: o combustível do carro acabou. “Nesse momento, nesse meio tempo, acabou o combustível do veículo. E aí os autores foram obrigados a abandonar a vítima e o veículo numa estrada vicinal na zona rural, levando, contudo, o aparelho celular da vítima”, afirmou.

Neto reforçou a gravidade das agressões. “Mantiveram a vítima por cerca de oito horas, refém, agrediram a vítima, o que provocou intenso sangramento, e ao final ainda subtraíram o aparelho celular.”

Investigação e buscas

A investigação da 1ª Delegacia de Polícia identificou Ives Dávila e o segundo suspeito. O delegado Dermeval Neto solicitou à Justiça a prisão dos envolvidos e confirmou que o comparsa já foi identificado, porém permanece foragido. As buscas continuam.

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