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PF deflagra operações contra vazamento de imagens íntimas e apologia ao nazismo em universidades

Ação nacional mira suspeito que divulgava conteúdo íntimo de mulheres e investigado por ameaças com referência ao nazismo

Por Karol Peralta

A Polícia Federal realizou, nesta quinta-feira (4), duas operações distintas para combater crimes de vazamento de imagens íntimas, armazenamento ilegal de conteúdo e apologia ao nazismo. As ações ocorreram em diferentes estados e miram suspeitos que atuavam tanto no Brasil quanto no exterior.


Operação Poditor investiga divulgação ilegal de imagens íntimas

A PF informou que a Operação Poditor tem como alvo um homem suspeito de manter relações virtuais com mulheres e armazenar, sem consentimento, fotos e vídeos íntimos. O material era posteriormente distribuído para sites internacionais de pornografia adulta, expondo a identidade das vítimas.

Segundo a corporação, os conteúdos foram obtidos em São Paulo, Rio de Janeiro e também fora do país. As mulheres acreditavam estar em um ambiente seguro, mas tiveram suas imagens compartilhadas de forma criminosa.

No cumprimento dos mandados de busca e apreensão, agentes recolheram dispositivos eletrônicos, mídias e outros materiais usados no armazenamento e na disseminação das imagens. A investigação apura possíveis crimes de produção, armazenamento e distribuição de conteúdo íntimo sem autorização, além de delitos envolvendo abuso sexual infantojuvenil.


Operação Valquíria mira apologia ao nazismo e ameaças a universidades

Paralelamente, a PF deflagrou a Operação Valquíria, na Bahia, com o objetivo de reprimir ameaças a universidades federais e mensagens de apologia ao nazismo enviadas a instituições de ensino.

As investigações tiveram início após o envio de e-mails com conteúdo extremista, que citavam símbolos nazistas e faziam ameaças a servidores e alunos. A Polícia Federal identificou o principal suspeito, que também está sendo investigado em Belo Horizonte (MG), onde diligências foram realizadas na manhã desta quinta-feira.

A corporação reforçou que os atos configuram crimes previstos na legislação brasileira, que proíbe a disseminação de ideologias extremistas e qualquer forma de apologia ao nazismo.

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