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Operação Portare: PF investiga corrupção no DSEI e cumpre mandados em MS e outros estados

Ação da Polícia Federal e CGU mira fraudes em contratos do DSEI-Cuiabá; mandados são cumpridos em Campo Grande, Brasília e mais cinco cidades

Karol Peralta

A Polícia Federal, em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrou nesta quarta-feira (23/7) a Operação Portare, com o objetivo de combater um esquema de corrupção e fraudes em contratos públicos no Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) de Cuiabá (MT).

Mandados de busca e apreensão foram cumpridos em cinco unidades da federação, incluindo Campo Grande (MS), além de Cuiabá, Várzea Grande e Rondonópolis (MT), Brasília (DF), Rio de Janeiro (RJ) e Boa Vista (RR).

Segundo informações da Polícia Federal, a operação tem como foco a apuração de fraudes em processos licitatórios, incluindo indícios de superfaturamento e favorecimento de empresas em contratos emergenciais de fornecimento de veículos ao DSEI-Cuiabá, celebrados nos anos de 2023 e 2024.

“A investigação teve início a partir de denúncias anônimas que apontavam a inexecução contratual e favorecimentos indevidos, com acertos prévios entre agentes públicos e empresários”, destacou a PF em nota oficial.


💰 Prejuízo e medidas judiciais

A Justiça autorizou o sequestro de bens de 10 investigados, com valor estimado em R$ 20 milhões, como forma de reparação ao erário público. Além disso, dois servidores públicos foram afastados dos seus cargos.

O levantamento preliminar aponta prejuízo direto de R$ 1,3 milhão aos cofres públicos, além do pagamento de vantagens indevidas a servidores, fraudes em licitação e participação de particulares em acertos ilícitos com agentes públicos.


📄 Novas fraudes em 2025

A investigação revelou ainda novos indícios de irregularidades em uma licitação homologada neste ano de 2025, no valor de R$ 25 milhões, referente à contratação de serviços de locação de veículos para o DSEI. A CGU e a PF apuram se houve direcionamento da licitação e conluio entre as partes envolvidas.


🛑 Corrupção em saúde indígena

O DSEI-Cuiabá é responsável por atender comunidades indígenas em áreas estratégicas do Centro-Oeste, o que torna as denúncias ainda mais sensíveis. O uso indevido de recursos destinados à saúde indígena compromete não apenas o erário, mas também o acesso a serviços essenciais para populações vulneráveis.

A Polícia Federal informou que os materiais apreendidos passarão por análise, e os suspeitos poderão responder pelos crimes de fraude em licitação, corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro.


A Operação Portare segue em andamento e novas fases não estão descartadas. A CGU e a PF reafirmaram o compromisso com o combate à corrupção e à má gestão dos recursos públicos.A Polícia Federal, em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrou nesta quarta-feira (23/7) a Operação Portare, com o objetivo de combater um esquema de corrupção e fraudes em contratos públicos no Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) de Cuiabá (MT).

Mandados de busca e apreensão foram cumpridos em cinco unidades da federação, incluindo Campo Grande (MS), além de Cuiabá, Várzea Grande e Rondonópolis (MT), Brasília (DF), Rio de Janeiro (RJ) e Boa Vista (RR).

Segundo informações da Polícia Federal, a operação tem como foco a apuração de fraudes em processos licitatórios, incluindo indícios de superfaturamento e favorecimento de empresas em contratos emergenciais de fornecimento de veículos ao DSEI-Cuiabá, celebrados nos anos de 2023 e 2024.

“A investigação teve início a partir de denúncias anônimas que apontavam a inexecução contratual e favorecimentos indevidos, com acertos prévios entre agentes públicos e empresários”, destacou a PF em nota oficial.


💰 Prejuízo e medidas judiciais

A Justiça autorizou o sequestro de bens de 10 investigados, com valor estimado em R$ 20 milhões, como forma de reparação ao erário público. Além disso, dois servidores públicos foram afastados dos seus cargos.

O levantamento preliminar aponta prejuízo direto de R$ 1,3 milhão aos cofres públicos, além do pagamento de vantagens indevidas a servidores, fraudes em licitação e participação de particulares em acertos ilícitos com agentes públicos.


📄 Novas fraudes em 2025

A investigação revelou ainda novos indícios de irregularidades em uma licitação homologada neste ano de 2025, no valor de R$ 25 milhões, referente à contratação de serviços de locação de veículos para o DSEI. A CGU e a PF apuram se houve direcionamento da licitação e conluio entre as partes envolvidas.


🛑 Corrupção em saúde indígena

O DSEI-Cuiabá é responsável por atender comunidades indígenas em áreas estratégicas do Centro-Oeste, o que torna as denúncias ainda mais sensíveis. O uso indevido de recursos destinados à saúde indígena compromete não apenas o erário, mas também o acesso a serviços essenciais para populações vulneráveis.

A Polícia Federal informou que os materiais apreendidos passarão por análise, e os suspeitos poderão responder pelos crimes de fraude em licitação, corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro.


A Operação Portare segue em andamento e novas fases não estão descartadas. A CGU e a PF reafirmaram o compromisso com o combate à corrupção e à má gestão dos recursos públicos.

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